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96 - engenharia florestal


 
Apresentação da tecnologia
 
Areas de aplicação energia agricultura
 
Descrição O material de desflorestamento (débroussaileur, triturador,…) às técnicas de luta química ou biológica contra os insetos ravageurs ou as doenças, passando os instrumentos de vigilância (martelos sondadores) ou os instrumentos de colheita (aspiradores à sementes), pelos conhecimentos e técnicas do engenharia florestal são variadas. Os instrumentos informáticos como os “software” especializados e os Sistemas de Informação Geográfica (SIG, ver ficha 111) facilitam a gestão ambiental das florestas. Por conseguinte são utilizados cada vez mais. Uma certificação específica aos produtos procedentes da floresta (madeiras, papéis,…), “o écocertificação”, garante a proveniência das madeiras e o gestão sustentável de florestas das quais são procedentes. Na França, o sistema PEFC (Programa Europeu da Floresta Certificada) é avançado mais que o sistema mundial FSC (Forest Stewardship Council).
 
Disciplinas relacionadas informática biologia agronomia
 
Tipos de impacto Geralmente, os trabalhos de cuidados em floresta, como as abertas de jovens povoamentos, geram enormes umas quantidades de résiduos. Uma pequena parte é dada forma sob a forma de cavacas com o propósito de uma comercialização como madeiras de aquecimento. Mas a valorização dos resíduos florestais progride sobretudo graças ao novo mercado que representa a madeira-energia (chauferies). O desenvolvimento deste último varia contudo de acordo com a vontade política local.
 
Desafios economicos e regulamentares O plano nacional 2002 para a floresta colocou a tónica sobre a mobilização e a valorização das madeiras chablis, a fim de prevenir a sua degradação. Em 2000 e 2001, os compromisso financeiros ascenderam à quase 480 MEuro, aos quais acrescentam-se medidas fiscais e sociais bem como a bonificação de empréstimos à 1,5% para 722 MEuro. Graças à estas ajudas, os 2/3 chablis foram valorizados início 2002. No que diz respeito à limpeza e a reconstituição das florestas, os créditos foram comprometidos mais de 66%. Hoje as chapinhas florestais que alimentam chauferies custam 25 à 30% mais caro que os produtos conexos de serração. Esta falta de competitividade deveria ser compensada pelos volumes postos interessados.
 

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